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                         ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BIOGÁS E METANO

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                                  quarta-feira, 25 de junho de 2014

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25 de junho 2014
Consumo elétrico nos ambientes livre e regulado cresce 2,3%.
A Câmara de Comercializa- ção de Energia Elétrica (CCEE) registrou em abril de 2014 um consumo de 61.610 MW médios quando considerados os ambientes livre e regulado de contratação de energia. O montante é 2,3% superior ao apurado em abril de 2013, e 2,4% menor do que o con- sumo registrado em março deste ano (63.124 MW médios). Segundo o boletim InfoMerca- do, publicado pela CCEE, o merca- do livre (ACL) foi responsável pelo consumo de 15.728 MW médios em abril, 25,5% do total consumi- do no País. O número representa queda de 2,3% na comparação com março deste ano e de 3,9% frente a abril de 2013. O setor de metalurgia e produ- tos de metal, com 3.119 MW mé- dios, mantém a liderança entre os segmentos que mais consomem energia no ambiente livre. Em seguida, aparece o ramo de extração de minerais metálicos e não metálicos, com 1.653 MW médios; o químico, com 1.601 MW médios; e o de bebidas e alimentos, com 953 MW médios. No período, a CCEE contabi- lizou 18.079 contratos de compra e venda de energia elétrica, o que significa 80.076 MW médios comercializados nos ambientes de contratação regulada (ACR) e livre (ACL).

 

No ambiente de livre contratação, foram contabilizados 8.679 contratos de compra, que somam um volume sazonalizado de 37.973 MW médios. A CCEE registrou em abril 61.642 MW médios em geração de energia elétrica, queda de 2,3% ante igual mês de 2013. A geração das hidrelétricas apresentou di- minuição de 3,6% entre março e abril de 2014 (de 44.563 MW mé- dios para 42.956 MW médios) e de 3,8% na comparação com abril de 2013. A ação de fiscalização se concentrou nas imediações da Praça da Alfândega. Até o final de abril, os agentes se concentrarão no Centro Histórico. As regras, porém, valem para toda a cidade com o
apoio da Guarda Municipal e de agentes de fiscalização de diferentes órgãos municipais, que atuam no cuidado com o ambiente urbano.
Além disso, poderá ser utilizada qualquer prova material e também aquelas oriundas de equipamentos eletrônicos, de audiovisual ou outros meios tecnológicos disponíveis, como as câmeras de segurança do Centro Integrado de Comando (Ceic).
 

 

Os fiscais foram instruídos a tentar resolver pequenas infrações por meio de orientação. Infrações graves e gravíssimas, porém, são penalizadas imediatamente. O diretor-geral do DMLU, André Carús, avaliou o primeiro dia de ações como positivo. “A população está acatando muito bem a lei, tanto que neste primeiro dia não houve nenhum incidente de desacato, resistência ou agressão em que fosse necessário solicitar o apoio da Brigada Militar ou da Guarda Municipal”, afirmou. Ele destacou ainda que a nova legislação tem como principal foco a mudança de hábitos da população e a promoção de ações socioeducativas para tornar a cidade mais limpa.As defesas dos autos de infração podem ser apresentadas até 30 dias após o recebimento do documento. Já os recursos podem ser apresentados até cinco dias após o recebimento do indeferimento da defesa. Tanto a defesa quanto o recurso devem ser protocolados diretamente junto ao Serviço de Fiscalização (Sefis), na sede do DMLU (avenida da Azenha, 631). Os valores das multas variam de
R$ 263,82 a R$ 4.221,21.